Armazenamento de cookies - LGPD

Armazenamento de cookies - LGPD

Em quantos sites você já navegou que mostraram um botão para você aceitar ou recusar os “cookies”? Ou que aparecem a seguinte mensagem: "Utilizamos cookies. Se você continuar no site, você concorda com os termos”?.

Aposto que isso já aconteceu diversas vezes. Porém, na maioria delas, muita gente nem sabe o motivo para clicar em uma das opções, mas aperta em alguma delas para ficar livre do aviso insistente e que não se fecha enquanto o usuário não fizê-lo.

Afinal, você sabe o que são os cookies e quais as finalidades deles? Acompanhe este artigo para sanar eventuais dúvidas que você possa ter.

Para que servem os cookies?

Os cookies nada mais são do que arquivos armazenados no navegador do visitante de um site. A documentação salva ajuda a identificar com mais facilidade o usuário, fazendo com que o site possa otimizar a página seguindo as características dessa pessoa.

Esses arquivos são coletados a partir das regulamentações do site, as quais baseiam-se em quatro principais funções:

Funções técnicas

Nesta etapa, os cookies controlam o usuário, tanto em relação ao tráfego do site, quanto na identificação desse usuário e como ele usa o site. Por fim, são guardados os conteúdos.

A parte técnica dos cookies é capaz de visualizar quantas vezes o público entrou e saiu da aba do site em questão.

Monitoramento

Os cookies literalmente monitoram o que a pessoa está fazendo no site, entendendo seu comportamento. Essa etapa é feita para analisar o passo a passo que o público deu no site, resultando na personalização.

Personalização

Toda a otimização é criada seguindo algumas premissas, como idioma, localidade e o tipo de navegador do usuário.

Se você mora nos Estados Unidos, mas está navegando em um site brasileiro, os cookies armazenam isso e, respectivamente, o site pode te apresentar versões em português e em inglês e assim por diante.

Publicidade

Uma especificação sobre os cookies é que eles permitem que a publicidade ocorra diretamente para o público que utiliza o site.

Exemplo: os cookies identificaram que a pessoa X faz buscas constantes para tênis, enquanto a pessoa Y pesquisa sobre eletrodomésticos. Quando o X entrar no site, o espaço publicitário terá uma empresa que vende calçados, e, por outro lado, o Y verá anúncios de companhias que comercializam eletrodomésticos.

De modo geral, os cookies “contam" às marcas sobre as nossas preferências, fazendo com que elas saibam e exibam aquilo que gostamos e temos interesse em consumir. Os cookies registram senhas, números de telefone, histórico do navegador, entre outras informações.

Cookies: o que acontece ao aceitá-los?

A prática de aceitar os cookies acaba sendo comumente feita no dia a dia. Com a rotina apertada, acabamos não clicando nas chamadas "política de cookies” e “políticas de privacidade”, por exemplo.

O problema é que, ao consentir com os cookies sem saber para onde os dados estão sendo destinados, não temos como observar as aplicações das nossas informações e, em casos de necessidade, pedir para que o site as remova do sistema. Se não colhermos as informações importantes sobre o armazenamento, podemos encarar o denominado ‘cookies permanentes’ - o site só deixará de receber nossos dados se os apagarmosmanualmente.

Em contrapartida, a maioria dos cookies são temporários. Ou seja, os dados são armazenados durante a navegação do usuário, sendo encerrados assim que finalizarmos a sessão.

Como podemos reparar, assim como qualquer outra coisa na vida, os cookies possuem vantagens e, de certa forma, desvantagens. Para nós, como usuários, a técnica aprimora a experiência que temos virtualmente, pois conseguem estabelecer o nosso perfil, diminuindo gradativamente o preenchimento de formulários e similares.

Até algum tempo atrás, haviam sites que armazenavam os dados do público sem que eles consentissem. Atualmente, com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) no Brasil, isso está mudando.

Um dos princípios da LGPD tem ligação justamente com a transparência que os sites precisam ter com o usuário, deixando-o ciente de como os dados fornecidos por ele é empregue. Além disso, todos esses sites devem expor as políticas de cookies nos pop-ups sobre o assunto.

Em suma, a LGPD gera mais controle ao público, o qual terá acesso ao que acontece com as informações divulgadas na internet.

Fim dos cookies no Google

Os cookies contam com duas categorias, que são o first-part (primários) e o third-party (terciários). Os primários monitoram apenas as nossas ações em um site e os terciários controlam de onde nós viemos antes de acessar o site e quais as páginas que entraremos depois que saímos da que estamos.

No começo de 2020, o Google, maior buscador do mundo, informou que o Chrome não dará mais suporte a cookies de terceiros a partir de 2022. O Chrome tem, em média, 69,8% do mercado global de navegadores virtuais.

Algumas fontes entendem que essa paralisação por parte do Google é um modo de diminuir as atividades dos concorrentes e, em tese, não acarretará problemas futuros aos sites. É possível monitorar os internautas com outras metodologias.

Política de cookies AIDA Agency

A AIDA Agency utiliza cookies armazena dados relevantes para a sua experiência no site, como forma de facilitar a sua pesquisa de maneira geolocalizada. As informações são colhidas por meio do formulário de contato que temos nas páginas do site e ficarão em nosso sistema por um período determinado, sendo inteiramente removidas posteriormente.

Para o seu site, a AIDA Agency desenvolverá políticas de privacidade e políticas de cookies que tenham sentido com o seu modelo de negócios. Vale ressaltar que seguimos todas as normas impostas pela LGPD, tornando-o apropriado para o uso e evitando que o site seja banido.

Contate a AIDA Agency para elaborar projetos para a sua empresa.

Atendemos o ABC (Santo André, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra), São Paulo - capital, interior, litoral - e todos os estados brasileiros.

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